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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

79 anos de missão em terras brasileiras

Hoje fazemos memória e carregamos um olhar agradecido pelo caminho até aqui percorrido. (Por Luiza Pralon)

“O reino de Deus é como um Grão de mostarda,

que ao ser semeado na terra é a menor de todas as sementes da terra

Quando é semeada cresce e se torna maior do que todas as hortaliças

e estende ramos tão grandes,

 que os pássaros dos céus podem abrigar-se a sua sombra”. (MC 4,26-34)

 

  Com este trecho do evangelho que a liturgia de hoje nos presenteia, ouso a tomar a inspiração da comunidade de Marcos para falar desta data que hoje celebramos como família Oblata.

Como é bom sentir que podemos contribuir para este Reino que acontece aqui é agora e se torna visível a todos que estão em nosso meio e sob nossa influência.

 As irmãs Oblatas aportando no Rio de Janeiro, Brasil no dia 31 de janeiro de 1935.

 Hoje fazemos memória e carregamos um olhar agradecido pelo caminho até aqui percorrido. São 79 anos de memória, de historia...

 As sementes foram lançadas no Rio de Janeiro!

   Trazemos a memória às irmãs Angeles, Felisa, Eusebia, Francisca e Manuela. As primeiras que com entusiasmo aceitaram o convite que o espírito de Deus as fizeram a se inclinar para lançar as sementes, a exemplo do Cristo Redentor, em Terras Brasileiras.

Aportaram no Rio de Janeiro com tudo que tinham, ou seja, pouquíssimas coisas, o necessário para com Amor começar a construir um novo amanhã possível com confiança no Cristo Redentor.

 As sementes foram semeadas no Rio de Janeiro!

   A partir destas irmãs poderíamos nos perder tentando nomear tantas e tantas mãos co’redentoras que contribuíram e contribuem até o dia de Hoje, com sua intercessão. Foram mãos que sem medo lançaram as sementes, como irmã Oblata que “faziam Oblação de si mesmas ao Divino Redentor... Não ficando nada delas mesmas a não ser cinzas”.[1]

Ou também como bem feitores que estendiam suas mãos solidárias para ajudar a nossa missão, a missão da Igreja do Mundo, a missão a partir desta data em diante da Igreja Brasileira.

 As Sementes Cresceram no Rio de Janeiro!

   Assim como Exclama nosso Venerado Pai fundador (Pe. José Benito Serra): “É a causa de Deus!”.

 E não tem como duvidar, hoje também nós exclamamos como Serra: É a causa de Deus! Pensar no início nos remete ao agora, na beleza que do vivemos, pois o que somos hoje é porque tivemos um ontem repleto de ousadia e coragem. Carregadas de forças nas mãos e no coração para que com amor pudessem contribuir na realização de um sonho iniciado por nossos fundadores (Pe. Serra e Madre Antonia),  que ainda inquieta corações e dá frutos. Que Deus continue nos dando coragem e nos impulsionando neste caminho.  

 Foram sementes que por vezes regada pelo suor do cansaço de muitas Irmãs que debaixo do calor do Rio, saiam confiantes no Redentor para pedir esmolas para manter a missão. Regadas pelas lágrimas que escorriam de tristeza nos momentos que percebiam as portas se fechando. Regadas também, e principalmente pela confiança no Cristo Redentor, que com sua vida tudo nos ensina.

 Os Ramos cresceram!

   E na espiritualidade da Redenção as sementes foram crescendo, se expandindo: Santos... Juazeiro... Belo Horizonte... São Paulo... Salvador... Curitiba... Uberaba.

A dança da Redenção foi adquirindo o ritmo da diversidade de culturas presentes no Brasil; na diversidade de saberes...

Hoje ao som das ondas do Rio de janeiro, se escuta o som da origem Oblata através de nossa voz. Voz que agradecida louva a Deus pelo caminho, pela historia até aqui percorrida.

 

À sombra dos Ramos das Oblatas, muitas e muitas mulheres restituídas, queira Deus, ainda irão se abrigar!!!



[1] Madre Antônia – BHII, pág. 74, Madri 2003.


Confira alguns registros da história das Oblatas no Brasil


Fonte: Por Luiza Pralon

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