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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Rede segue se aprofundando nas questões ligadas à sexualidade humana

Discussões desse segundo dia abordam ética e prostituição e avançam sobre temas como a legalização da prostituição.

No dia 13 de maio, deu-se continuidade ao VII Encontro Formativo da Rede de Pastoral Oblata, que em 2009 traz o tema “Encantos e armadilhas da sexualidade humana: defesa de leis e princípios e ou defesa da vida”. Inicialmente as participantes vivenciaram uma encenação conduzida pela equipe da Associação da Pastoral da Mulher Marginalizada de Belo Horizonte, na qual se refletiu sobre a posição da mulher prostituída diante de esferas do poder político, religioso, da família, mídia e da sociedade em geral, à luz do evangelho da mulher adúltera (Jo. 8, 1-11). A partir daí, surgiram reflexões acerca da vitimização ou não da mulher em situação de prostituição influenciando a realização de ações mais amplas e concretas em cada local (Projetos Oblatas).
 
Em seguida, a assessora Ivone Gebara retomou o tema Prostituição e Ética, incitando algumas provocações em relação a “não moralização a partir do nosso gueto cultural. Na cultura global existem muitos guetos culturais, nos quais existem sistemas morais parecidos, e é a partir desse contexto que julgamos o que é certo ou errado”. Segundo Ivone, a ordem injusta possui uma ética que a mantém e, a subversão dessa ordem injusta, através da transgressão, também tem uma ética que a sustenta. Com isso, chegamos à compreensão da relevância do olhar diferenciado perante cada realidade e história de vida.
 
 
Ressaltam-se as percepções referentes ao posicionamento diante de algumas questões como a legalização da prostituição, aborto, métodos anticoncepcionais, entre outros assuntos ainda em pauta. Posicionamento este que não necessita ser taxativo, mas sim reflexivo, levando em consideração diversas especificidades. Para nos situar um pouco mais, a assessora trouxe à tona uma breve explicitação do feminismo. Segundo ela, as variadas vertentes desse movimento sócio-cultural, político têm em comum a luta pela dignidade da mulher, por outra compreensão da relação homem-mulher, configurando uma crítica a respeito de uma concepção hierárquica que ainda considera a mulher uma pessoa inferior.
 
No decorrer de exposições e debates, houve a troca de experiências vivenciadas nas realidades dos projetos, apontamento de leis, o levantamento da importância do empoderamento das mulheres e do engajamento de todas e todos na batalha pela efetivação de uma sociedade mais justa.
 
Finalizou-se o dia com uma noite cultural, na qual agentes de Juazeiro (BA), Salvador, Belo Horizonte, Santo Amaro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) confraternizaram.
 
 

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