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Brasil Participa da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres

Mulheres de 51 países realizam a marcha e outras atividades de luta pela autonomia econômica das mulheres.

Mobilizadas mundialmente sob o tema “Seguiremos em Marcha até que todas sejamos livres”, mulheres de outros 50 países, além do Brasil, realizam a marcha e outras atividades de luta pela autonomia econômica das mulheres, por um mundo sem violência contra as mulheres, contra a privatização da natureza e dos serviços públicos, pela paz e desmilitarização. 

A Marcha Mundial das Mulheres surgiu como um movimento de articulação de ações locais, nacionais e internacionais. Esta mobilização tem inspiração na manifestação que aconteceu em Quebec, no Canadá, em 1995, onde cerca de 850 mulheres marcharam pedindo “Pão e Rosas”. Após essas manifestações, foram conquistadas muitas reivindicações, tais como: aumento do salário mínimo, direitos para as mulheres imigrantes e mais apoio à economia solidária.

O movimento defende a idéia de que as mulheres são sujeitos protagonistas na luta pela transformação de suas vidas, de suas famílias e do meio. Esta luta está vinculada à necessidade de superar o sistema capitalista patriarcal, racista, homofóbico e destruidor do meio ambiente. A Marcha busca construir uma perspectiva feminista afirmando o direito à auto-determinação das mulheres e a igualdade como base da nova sociedade que lutamos para construir.

A Ação Internacional acontece a cada cinco anos. A primeira grande mobilização aconteceu no ano 2000, no Dia Internacional da Mulher, a partir do lema “2000 razões para marchar contra a pobreza e a violência sexista”. Após as manifestações, foi entregue à Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, um documento com dezessete pontos de reivindicação, apoiado por cinco milhões de assinaturas.

Em 2005 aconteceu a segunda Ação Internacional, quando foi construída a Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade, em que a Marcha expressa sua visão das alternativas econômicas, sociais e culturais para a construção de um mundo fundado nos princípios da igualdade, liberdade, justiça, paz e solidariedade entre os povos e seres humanos em geral, respeitando o meio ambiente e a biodiversidade. De 8 de março a 17 de outubro daquele ano, a partir de um retalho de cada país, foi construída uma grande Colcha Mosaico Mundial de Solidariedade, uma forma simbólica de representar a Carta. Tanto na 1ª como na 2ª Ação Internacional houve a participação de mulheres de pelo menos 53 países.

Agora, em 2010, acontece novamente a 3ª Ação Internacional da Marcha, contando com a participação de mulheres brasileiras. A Ação Internacional conta com dois grandes momentos: o primeiro tem início no dia 8 de março (Dia Internacional da Mulher) e acontece até o dia 18 de março, com a Marcha e outras ações de luta em todos os países mobilizados. E o segundo momento acontece entre os dias 7 e 17 de outubro (Dia de Erradicação da Pobreza), com um encontro de feministas dos cinco continentes em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo.

A marcha também pretende demonstrar sua solidariedade à população do Haiti após o terremoto que atingiu o país, em janeiro. Foram realizadas coleta de contribuições para a reconstrução da ação das mulheres da Marcha no Haiti e do movimento feminista do país.

19/03/2010

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