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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Conferência cobra igualdade de direitos entre homens e mulheres

A XI Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe, que acontece em Brasília, vai propor aos governos uma agenda de desenvolvimento para garantir a igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

A XI Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe, que acontece nesta semana, em Brasília, vai propor aos governos uma agenda de desenvolvimento para garantir a igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

Relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, a Cepal, apresentado na Conferência, mostra que as mulheres latino-americanas continuam a enfrentar discriminação no mercado de trabalho, com salários menores do que os homens, carga horária maior e tempo gasto em atividades domésticas sem remuneração.

A coordenadora da bancada feminina na Câmara, deputada Janete Pietá, do PT de São Paulo, que participa como delegada no encontro, defende que as ações do governo para as mulheres sejam multidisciplinares.

"Eu considero que a questão da mulher tem que ser tratada não só nas políticas específicas de mulheres, mas em todos os Ministérios. Por exemplo, quantas vezes nós mulheres trabalhamos igual (aos homens) e temos salário diferenciado? É uma questão do Ministério do Trabalho. Temos que ver a questão hoje de 6 milhões de empregadas domésticas. Muitas delas não têm seus direitos trabalhistas mínimos garantidos. Temos que ver a questão da mulher lavradora. Então, essa conferência vai ser um alerta e uma preparação para uma avaliação da condição das mulheres nesse mundo, onde somos mais de 50%."

Organizações não-governamentais ligadas ao movimento feminista apresentaram durante o evento propostas para a melhoria das condições de vida das mulheres latino-americanas e caribenhas.

Guacira de Oliveira, diretora do Cfemea, Centro Feminista de Estudos e Assessoria, alerta para a necessidade de mais recursos para as políticas públicas de gênero.

"Na previdência social, o número de mulheres sem poder contar com uma aposentadoria na velhice é enorme. Então, as políticas públicas têm que enfrentar esse desafio que se coloca em termos de recursos públicos. Que recursos são colocados para promover a igualdade entre mulheres e homens na nossa sociedade?"

A violência contra a mulher também deve ser um tema alvo de debate. Dos 12 países onde mais morrem mulheres vítimas de homicídio no mundo, cinco são da América Latina e Caribe.

A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, cobrou a aplicação da Lei Maria da Penha e defendeu a capacitação dos agentes públicos para tratar da questão. Muitos crimes ocorrem, segundo a ministra, porque aqueles que atendem as mulheres subestimam as denúncias e desqualificam as vítimas.

Por Geórgia Moraes

Fonte: Rádio Câmara

13/07/2010 

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