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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Crime organizado e globalizado

Relatório da ONU detalha atuação de quadrilhas e destaca a ligação delas com os grandes poderes econômicos

No dicionário, ‘globalização’ é o processo que integra as economias. Infelizmente, essa integração chegou também ao mundo do crime. Essa é uma das constatações do relatório divulgado este mês pelo Escritório das Nações Unidas para as Drogras e o Crime (UNODC, na sigla em inglês). O documento traça o mapa das principais rotas ilegais.

No texto, a ONU se mostra preocupada com o tráfico de pessoas (imigrantes e para fins sexuais), cocaína, heroína, armas de fogo e recursos ambientais, além da falsificação de produtos, da pirataria marítima e de crimes virtuais. “O que choca no mapa do tráfico no mundo é que a maior parte dos fluxos ilícitos vão para, e são emanados dos maiores poderes econômicos”, observou o diretor do UNODC, Antonio Maria Costa.

De fato, o território americano, que recebe grande fluxo de imigrantes ilegais, é lembrados no texto como origem de armas para gangues mexicanas. Os maiores fluxos de cocaína, heroína, madeira e um grande número de imigrantes e mulheres traficados tem como destino a Europa Ocidental e Central.

O Brasil é citado principalmente quando o assunto é o tráfico de mulheres. O número de brasileiras enviadas para a Europa chamou a atenção da ONU em comparação às de outros países da América do Sul. “Esse tipo de tráfico afeta mais comunidades pobres no Norte, em estados como Pará, Roraima e Amapá”, acrescenta o relatório.

Depois da Romênia, o País foi o que mais teve mulheres traficadas para os grandes centros europeus entre 2005 e 2007.

O relatório também cita novas rotas do tráfico de seres humanos do Brasil para a Europa, que passa por outros países sulamericanos e pelo Caribe para driblar a fiscalização. Sobre o tráfico para fins sexuais, o texto revela que gangues estrangeiras participam do recrutamento de vítimas brasileiras. Algumas, levadas para Portugal e Espanha, por exemplo, passam antes pelas mãos de quadrilhas russas. O Brasil volta a ser citado como o 6º país com mais cidadãos detidos cruzando ilegalmente a fronteira dos EUA.

Impressionou também a ONU a ampliação de crimes cometidos através da Internet — o chamado ‘roubo de identidade’ e a venda de imagens pedófilas, que agora dá lucros.

A conclusão do relatório é de que a demanda por bens proibidos causa miséria e crime longe dos lugares onde eles são consumidos. “Há demanda por drogas, prostituição, mão de obra barata, armas de fogo, bens falsificados etc, e isso tudo carrega pouco estigma moral e pouca chance de apreensão no local onde os bens são consumidos”, diz o texto do documento.

Arte O Dia

Por João Ricardo Gonçalves

Fonte: O Dia Online 

31/07/2010

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