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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Autoridades vão definir estratégias para combate ao tráfico de órgãos e seres humanos

As autoridades políticas e judiciárias angolanas vão reunir nos próximos dias para definir estratégias de combate ao tráfico de órgãos e seres humanos, anunciou hoje a ministra da Família e Promoção da Mulher.

As autoridades políticas e judiciárias angolanas vão reunir nos próximos dias para definir estratégias de combate ao tráfico de órgãos e seres humanos, anunciou hoje a ministra da Família e Promoção da Mulher.

Em Xangai, na China, onde se encontra de visita à Expo 2010, no âmbito das comemorações do Dia da Mulher Africana, Genoveva Lino explicou que o encontro, em coordenação com o ministro do Interior e que junta o diretor da Interpol, o comandante geral da polícia e o diretor da Polícia Judiciária, pretende a recolha de “mais dados” no sentido de direcionar a ação das autoridades para a “prevenção dessas situações”.

A governante considerou que este tipo de criminalidade “preocupa”, admitindo que as principais vítimas são mulheres e crianças.

Este mês, a Polícia Nacional deteve no município do Cuango, província da Lunda Norte, um homem que tentava vender o órgão genital de uma mulher que confessou ter morto.

A notícia, divulgada pela emissora católica de Angola, adiantou que o homem, de 50 anos, confessou à polícia ter matado 11 mulheres em 2008 para lhes retirar a vagina e vender.

O último negócio, feito em 2008, rendeu-lhe, segundo a mesma fonte, seis mil dólares, embora se desconheça o fim a que se destinava.

Já o mês passado, o ministro do Interior admitiu existirem indícios de tráfico de seres humanos no país, na sequência da descoberta num bairro da capital Luanda de um bordel de prostitutas vietnamitas.

Roberto Leal Monteiro ‘Ngongo’ adiantou que mulheres brasileiras e chinesas também estão a entrar em Angola para ser utilizadas como prostitutas.

“Há indícios e nós estamos a trabalhar no sentido de encontrar de facto essa realidade. Não há nenhum país que não seja vulnerável a esse tipo de práticas”, disse na ocasião o governante à Rádio Nacional de Angola, defendendo que a polícia deve combater o fenómeno “com medidas enérgicas”.

A ministra da Família e Promoção da Mulher afirmou-se chocada com a situação.

“Nós não somos nenhuma matéria para negócio. E continua-se a achar, muita gente continua a achar”, declarou, adiantando que o papel do ministério é também “combater essa ideia”.

O Dia da Mulher Africana, que se assinala hoje, é comemorado domingo em Xangai, num juntar com cerca de 500 pessoas, onde vão estar representantes dos países africanos que participam na Expo 2010, além de outros participantes.

SYR/NME.

Fonte: LUSA

http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&listid=NewsList310&listpage=1&docid=11356862

31/07/2010

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