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Trabalho com a Mulher ganha destaque na revista Missões

Depois da matéria no Jornal O São Paulo (arquidiocesano), de 10 de outubro, sobre o trabalho das Irmãs Oblatas com as mulheres

A revista Missões em sua edição de novembro também deu destaque para a missão com a mulher realizada pelas Irmãs Oblatas, no Brasil. A matéria fala da participação das Oblatas na Expo Católica 2006 e dá destaque para o trabalho de sensibilização da juventude, que elas vêm fazendo através do convite ao Voluntariado Jovem. Leia a íntegra desse artigo.

Oblatas fazem trabalho vocacional na Expo Católica 2006

e convidam os(as) jovens para a missão com a mulher

em situação de prostituição
 
por Corina de Assis
 
Com um forte apelo para o voluntariado jovem em favor da mulher em situação de prostituição, as Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor e sua equipe de Pastoral Juvenil Vocacional, ocuparam com excelência o novo espaço aberto para a exposição das ordens religiosas na Expo Católica. Além de folhetos e sacolas com informações sobre seu trabalho, as Oblatas também lançaram mão de um comercial de 30 segundos, gravado especialmente para a feira, a fim de atrair os(as) jovens para sua missão.
No comercial, as Oblatas resumem a situação que encontram nas ruas de diversas capitais onde o trabalho de abordagem com as mulheres é essencial. As Oblatas do Santíssimo Redentor estão no Brasil há 70 anos. Atualmente, além das religiosas, essa missão também conta com a colaboração de leigos, agentes e voluntários em projetos pastorais nas cidades de São Paulo, Juazeiro da Bahia, Salvador (BA), e Belo Horizonte. Além do Brasil, as Irmãs atuam em favor da mulher em situação de prostituição em 15 países, incluindo a Espanha, onde a Congregação foi fundada.
Nessas cidades, o compromisso com a mulher em situação de prostituição está diretamente ligado às ações pastorais que possibilitem apoiá-la e ajudá-la a ver e construir novos caminhos fora da prostituição. Por isso, em São Paulo, outro projeto com a juventude detém a atenção das Oblatas. Elas estão empenhadas na formação de um grupo de voluntariado jovem para trabalhar com a causa da mulher. Com o desafio de conscientizar os jovens maiores de 18 anos sobre sua responsabilidade social e política num contexto extremamente individualizado, as Oblatas querem despertar o(a) jovem para essa missão tão especial. A coordenadora dessa atividade, Ir. Lúcia Alves, revela que segundo pesquisas recentes sobre os jovens, hoje há uma grande tendência deles se engajarem em causas sociais concretas. “Os jovens e as jovens acreditam em mudanças”, disse a religiosa.
Com base nesses dados, e também na própria demanda de seus projetos com a mulher em outros Estados, as Oblatas organizam a Pastoral Juvenil Vocacional Oblata (PJVO), um grupo de sensibilização de jovens para a causa da mulher em situação de prostituição. Além de reuniões mensais de formação sobre o assunto, a PJVO também dá seminários e palestras sobre a realidade da prostituição de mulheres, esclarecendo jovens e estudantes a respeito, o que também ajuda no combate à exploração da mulher. Para solicitar essas palestras de esclarecimento sobre o assunto ou saber mais sobre o projeto de voluntariado Oblata em favor da mulher em situação de prostituição, basta ligar para 11 6991-9649 ou escrever para pjvoblatas@oblatas.org.br
 
 
Fuga da pobreza condena muitas mulheres à prostituição
 
O fluxo migratório no Brasil, impulsionado em parte por fortes fatores econômicos, como a falta de emprego, reforça a prostituição especialmente nas grandes capitais. Aí, mulheres sem qualificação profissional acabam se prostituindo por comida e moradia, engrossando os índices de prostituição local.
Segundo Ir. Manoela Rodríguez, que atua no projeto Força Feminina em Salvador, é importante apoiar essa mulher na sua capacidade de se reorganizar. Para isso, após uma ação de aproximação e acolhida realizada muitas vezes nos locais de prostituição, começa a etapa de vínculo, onde a mulher que aceita ir ao projeto é inserida no programa de atenção integral. Nele, a mulher recebe uma série de acompanhamentos, incluindo o psicológico e o de espiritualidade. Esse processo se repete, com características locais, em outros projetos das Oblatas, como a Pastoral da Mulher de Juazeiro, ligada à Diocese de Juazeiro (BA) que atende cerca de 200 mulheres em situação de prostituição e a Associação Pastoral da Mulher Marginalizada (APMM) de Belo Horizonte (MG), um trabalho multicongregacional que atende cerca de 75 mulheres por mês, com diversos encaminhamentos.
Ir. Zenaide Rodrigues que atua em Juazeiro, coordenando 13 projetos em favor da mulher, alerta para importância da valorização das articulações e parcerias que podem impulsionar a economia solidária entre as mulheres atendidas. “Sem capacitação e apoio é praticamente impossível uma pessoa visualizar outras possibilidades”, diz a irmã. Para isso, todos os projetos das Oblatas atuam na dimensão da capacitação da mulher, com cursos e oficinas, além de articulações para que a organização delas em torno de novos negócios se torne uma chance real e concreta de deixar a vida de prostituição para traz.
 
Trabalho em Parceria
 
Em todos os projetos das Oblatas há a presença de psicólogos, arte-educadores, assistentes sociais e advogados, na falta de um desses profissionais, as Irmãs buscam parcerias com universidades, escolas técnicas e outras entidades para avançar no atendimento às mulheres. Em Juazeiro da Bahia, por exemplo, o projeto Pastoral da Mulher trabalha em parceria com a Universidade do Vale do São Francisco (UNIVASF) e com a Faculdade de Direito, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Ir. Zenaide, da Pastoral da Mulher de Juazeiro, ressalta ainda a importância do espaço a ser conquistado pela própria mulher, onde as Oblatas são cooperadoras.
“A mulher está no centro das mudanças de sua própria vida”, completa a religiosa. Essa postura é mantida em todas as ações pastorais. Onde as Oblatas entendem que a mulher precisa se firmar, ela recebe apoio, onde se percebe a vontade de mudança, essa mulher é convidada a interagir no projeto, ajudando a fazer escolhas, dando idéias e se posicionando. A pedagogia Oblata usa a imagem do Redentor para acolher e ouvir, a presença de Maria para interceder, e conta com a força do Espírito Santo para impulsionar criativamente mudanças verdadeiras.
 
Tráfico Humano reforça a violência contra a Mulher e
engrossa as estatísticas de prostituição
 
As Oblatas trabalham no Brasil com a realidade da prostituição gerada pelo fluxo migratório interno, porém não pode fechar os olhos à realidade do tráfico humano que tem vitimado inúmeras pessoas. Por isso apóia e, em âmbito internacional, participa de ações de combate a essa prática criminosa. No Brasil, a última pesquisa sobre o assunto é de 2002, Pesquisa sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual Comercial (Pestraf) e já apontava 241 rotas internas usadas por traficantes, e outras 131, internacionais, utilizadas por aliciadores da Espanha, Portugal, Holanda, Japão, Itália, Suriname, Argentina, Bolívia e Paraguai.
A Pesquisa identificou também que as vítimas brasileiras das redes internacionais de tráfico de seres humanos são, em sua maioria, adultas. Elas saem principalmente das cidades litorâneas (Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Recife e Fortaleza), mas há também registros consideráveis de casos nos Estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Pará.
 
Religiosas se capacitam para saberem como combater o tráfico humano
 
Com a colaboração da Organização Internacional para Migração (OIM) e o apoio da Conferência dos Religiosos(as) do Brasil (CRB nacional), a União Internacional das Superioras Gerais (UISG) realizou em outubro/2006 o curso de formação sobre a luta contra o tráfico de mulheres e crianças. O evento aconteceu na Casa São Paulo de Encontros e Retiros, das Irmãs Oblatas. Cerca de  34 religiosas atenderam ao convite da CRB nacional, algumas porque já trabalham com a questão e outras porque querem avançar no atendimento às crianças e mulheres, vítimas dessa prática criminosa em todo o mundo.
            A iniciativa da UISG e da OIM também revela uma preocupação em capacitar mais pessoas de diferentes origens, para que o trabalho de combate ao tráfico humano aconteça cada vez mais em redes de ações organizadas. Segundo seus representantes, o curso dado em São Paulo vem sendo ministrado há 3 anos em outros países e já atingiu religiosas e agentes leigos na Europa, Ásia, África, Albânia, Tailândia e Santo Domingo.

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