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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

3ª Roda de Conversa na Unidade Força Feminina Sobre Violência contra as mulheres.

A discussão seguiu dos diversos tipos de violência sofrida pela maioria das mulheres que independe de classe social.

No último dia 10 de dezembro, quando se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos e se encerram as mobilizações dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, a Unidade Força Feminina com a presença de Lídia, Assistente Social do Centro de Referencia Loreta Valadares abordou o tema Violência Contra as Mulheres.

A Roda de Conversa proporcionou um diálogo onde foi possível ouvir as queixas destas mulheres, que a cada dia vem sendo ameaçadas pelos seus companheiros e clientes. Sendo espancadas, humilhadas constantemente e quase nunca toma atitude de denunciar seus agressores na delegacia da Mulher, por sofrerem ameaças dos mesmos e por te medo das consequências que podem ter após as denuncias.

Então a discussão seguiu dos diversos tipos de violência sofrida pela maioria das mulheres que independe de classe social debatendo sobre a Lei Maria da Penha (11.340), sendo um passo importante para enfrentar a violência contra as mulheres.

 Essa lei foi criada com os objetivos de impedir que os homens assassinem ou batam nas suas esposas, e proteger os direitos da mulher. Segundo a relatora da lei Jandira Feghali “Lei é lei. Da mesma forma que decisão judicial não se discute e se cumpre, essa lei é para que a gente levante um estandarte dizendo: Cumpra-se! A Lei Maria da Penha é para ser cumprida. Ela não é uma lei que responde por crimes de menor potencial ofensivo. Não é uma lei que se restringe a uma agressão física. Ela é muito mais abrangente e por isso, hoje, vemos que vários tipos de violência são denunciados e as respostas da Justiça têm sido mais ágeis.¹

Sendo a 3ª Roda de Conversa espaço este promovido para abordar questões de violências sofridas no âmbito da prostituição as mulheres presentes compartilharam e trocaram suas experiências. E falar das experiências sofridas pelas mulheres tem sido mote para impulsionar o diálogo com intuito de romper o esquema de violências vividas por muitas mulheres.



[1] Secretaria Especial de Políticas para as mulheres, Lei Maria da Penha “Coíbe a violência doméstica e familiar contra a mulher”. Brasília, 2008.

Fonte: Unidade Oblata Força Feminina

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